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segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

2009, mais um ano que promete

Para todas as pessoas que às 12 badaladas tiveram o acto altruísta e que alguns dos seus desejos albergavam semelhantes seres de outras províncias mundiais, e que enquanto o fogo de artifício já rebentava no céu nublado (pelo menos no de Lisboa), introduziram o conceito de PAZ no meio de um leque de outros desejos inocentes, lamento informar mas... ainda não é desta.

Ainda mal passou 5 dias do novo ano e já se assiste a uma guerra, na já conhecida Faixa de Gaza, que se adivinha vir para durar.

Bem sei que a paz depende de todos nós, e em todas as acções da nossa vida, mas no entanto, sempre haverá forças neste mundo que nunca poderemos controlar. Enfim, uma chatice. Se ao menos eu tivesse o poder de decidir à escala terrestre, pelo menos 1 semana.

Assim, para o próximo ano sugiro que poupem um desejo, pois saberão que haverá sempre alguma força, algum poder político, alguma organização, algum grupo rebelde separatista, algum crente radical que acredita que a melhor maneira de chamar a atenção para as causas que defende será chacinar um quantos milhares de inocentes.

O método é sempre o mesmo, a técnica da força sobrepõe-se sempre à força da técnica, e nunca ninguém se lembra que as palavras são as armas poderosas do mundo.

Enquanto nada mudar nesta crosta terrestre, os meus desejos são:

  • ser o mais simples possível;
  • escutar mais que falar;
  • ser o mais tolerante possível;
  • observar o mais que puder;
  • não perder a esperança de acreditar;
  • agir e não adiar.

Feliz 2009

domingo, 15 de junho de 2008

PAZ do ser!

Todos nós somos poetas, mas nem sempre rimamos
ás vezes com palavras magoamos as pessoas de quem mais gostamos
sem querer ou de propósito, esse depósito não deposito
guerras evito e na vida transmito e digo tudo aquilo que sinto
Que sentes tu afinal? Que sentimos nós? Desata os nós da timidez em vez de estares só.
Eu não passo de pó
e estou à espera do vento que me transporte, com sorte,
para sul ou norte no tempo.
Quem me dera ter asas, quem me dera voar...
mas se voasse era uma inconstante, pois não saberia onde aterrar.
O mais certo era abaterem-me porque a inveja pode matar
Tenho que viver na paz, saber que a paz existe em mim, em algum lugar.
Portanto só me resta acreditar...
Será que esta palavra é um mito?
Depende de cada um, basta evitar o conflito!

Texto Original: Factos Reais @ Manti Fé
Adaptado by: JRBING